“Margarida,
dezoito,
Portugal.

Contos em que renasço.
Textos espontâneos em que me sinto.
Versos em que me reescrevo.

Sou silêncio por fora, gritos por dentro.

Aqui me tens, tal como sou;
tudo o que sonho,
o que imagino,
o pouco quase muito que vivo.

Lê-me, mas lê-me de verdade.
Com vontade.
Com respeito.

Se estiveres disposto, serei um livro aberto.”